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Virgílio Castelo recorda excessos do passado: “Acordei num banco de jardim e não me recordo de nada”

Ator revisita noites intensas e relações marcantes no livro Consumo Obrigatório, revelando episódios surpreendentes da juventude

Virgílio Castelo abriu o coração ao recordar alguns dos momentos mais marcantes — e turbulentos — da sua juventude. No livro Consumo Obrigatório, o ator partilha episódios de excessos, noites longas e experiências que o marcaram profundamente, mostrando um lado mais íntimo e vulnerável da sua vida.

Entre as revelações, destaca-se um episódio particularmente intenso: “Acordei num banco de jardim e não me recordo de nada”, confessa, descrevendo uma fase em que viveu no limite. O relato expõe uma juventude pautada por aventuras, decisões impulsivas e um ritmo de vida acelerado, típico de quem mergulha de cabeça nas emoções e nos desafios da época.

Ao longo da obra, Virgílio Castelo revisita também relações importantes e histórias que ajudaram a moldar o homem e o profissional que é hoje. Sem filtros, o ator assume erros, excessos e aprendizagens, num testemunho que combina franqueza e reflexão.

Mais do que um conjunto de memórias, Consumo Obrigatório surge como um exercício de autoconhecimento, onde o ator revisita o passado com maturidade e sentido crítico, revelando como essas vivências contribuíram para a sua evolução pessoal e artística.

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